quarta-feira, 27 de abril de 2011

Confiança

O quanto se pode confiar em alguém? O quanto você confia?

Só as pessoas em quem confiamos podem nos trair. E quanto maior a confiança, maior a traição. Mesmo diante desse fato, é inevitável não confiar. Todos nós precisamos de alguém em quem confiar.

Mãe, pai, amigo, cônjuge, geralmente são os mais acionados. Há quem confie em tudo mundo. E há quem desconfie até da própria sombra. Mas na real, é preciso confiar em alguém.

Ao longo de nossas vidas encontramos pessoas que se mostram dignas de confiança e pessoas que se mostram indignas. E a grande sacada da vida é saber diferenciar esses dois tipos.

Não se nasce com essa percepção. Se adquire ao longo da jornada, e mesmo assim, não totalmente.

Você pode ter toda percepção que acha possível adquirir e ainda assim se enganar com as pessoas. Esse é um outro fato triste da vida. Por mais que uma pessoa lhe pareça confiável, nunca poderá saber 100% se ela é. E o contrário também é verdade. Você pode ter todos os motivos para desconfiar, mas acabar sabendo que deveria ter confiado.

A conclusão de tudo é: ignore seus instintos por seu próprio risco. Afinal, isso só cabe a você.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Desabafe!

Guardar as coisas dentro de si não é para qualquer um. Quantas pessoas que você conhece conseguem, você sabe? Muitos vêem isso como algo positivo, admirável. E é. Mas nem tudo deve ser guardado, mantido em segredo dentro da gente. É necessário desabafar.

Tem coisas que precisam ser ditas ou divididas com alguém. Senão a gente enlouquece. Pira mesmo!

Compartilhar o que se sente ou o que se pensa nem sempre é fácil. É preciso muita confiança na pessoa que irá ouvir. E às vezes tudo o que você realmente precisa é de alguém que faça isso. Não de alguém pra discutir, aconselhar, criticar, ou até mesmo dizer: 'eu te disse'. Mas simplesmente alguém que te ouça.

Ser um bom ouvinte também não é nada fácil. Porque, geralmente, não conseguimos apenas ouvir. Queremos falar mais do que escutamos. Então, caro leitor, preze qualquer boa alma que demonstre essa consideração ao te ouvir com atenção.




quarta-feira, 30 de março de 2011

E o momento chegou... finalmente!


SEM COMENTÁRIOS!


(... Mas como não consigo não comentar, vâmos lá. rs)



Ir ao jogo da Unilever é sempre bom. Principalmente quando se tem ingresso especial (VIP). Para nós - torcedores apaixonados pelo vôleibol e pelas jogadoras - isso só quer dizer uma coisa: foto!


Cara, não tem como! Quem é torcedor como eu sabe do que estou falando. Mas você não vai ao jogo só por isso. Claro que não.


Você vai ao jogo para torcer e ver a vitória do time. E quando o time é bom, a vitória é praticamente certa, daí, fica até chato sempre ganhar de lavada. Perde a emoção, sabe.

Sou daquelas torcedoras que gosta de 'sofrer', que gosta do jogo disputado, ponto a ponto, com direito a tie-break e tudo mais. Se bem que, se fosse sempre assim o coração não iria aguentar. Então, pensando bem, vencer por 3x0 também é bom. Na verdade, é ótimo! Mostra que o time está consentrado, empenhado, disposto. Como foi o caso, ontem.


Ganhamos do São Bernardo sem muito esforço e estamos nas semifinais - o que já era de se esperar. A grande surpresa da noite foi uma certa jogadora, que por sinal é muito querida apesar de ser conhecia por sua 'frieza', ficar para tirar fotos com alguns torcedores. Ela, sim, ela que sempre sai batida no final dos jogos, ontem, ficou. Sim, ficou. E o momento chegou... finalmente!


Todo mundo sabe que, para mim, a Fabí é a melhor. Mas poucos sabem que a minha paixão pelo vôlei feminino começou com a Mari. Ela representa muito bem a seleção e com certeza é uma das melhores que temos atualmente. E o melhor de tudo: ELA TIROU FOTO COMIGO! *_*

quinta-feira, 24 de março de 2011

Às vezes...




"Às vezes, na vida, formam-se laços que jamais poderão ser partidos.
Às vezes, você realmente encontra uma pessoa... que sempre a apoiará, haja o que houver.
Talvez seja um esposo e celebre isso com o casamento. Mas também existe a chance... de que essa pessoa com quem vai contar por toda a vida... Aquela pessoa, que te conhece, às vezes, melhor do que você mesma... seja a mesma pessoa que está ao seu lado esse tempo todo."



fonte: (Filme 'Noivas em Guerra')

segunda-feira, 14 de março de 2011

Um dia a ser lembrado


Domingo, 13 de março de 2011, último dia (não oficial) de carnaval para os que curtem. Para outros, dia de jogo. De futebol? Também, já que vários times jogaram nesse domingo e venceram, incluindo o meu Vasco. Mas o jogo em questão não foi o de futebol. Foi uma outra paixão do brasileiro, no caso, dos cariocas, o vôleibol.

O domingo começou com, nada mais nada menos que duas ótimas duplas masculinas se enfrentando na disputa do Rei da Praia, em Ipanema. E domingo que começa com vôlei só pode terminar com vôlei.

No início da noite, no Maracanãzinho, a tão amada equipe carioca da Unilever enfrentou a equipe do Banana Boat/Praia Clube.

A Uni vinha de uma derrota feia de 3x0 pro Vôlei Futuro há dois dias antes. O que esperar das meninas depois disso? O que o sábio Bernardo sempre espera - a reação, a volta por cima, a vitória. E não deu outra. Elas deram show!

Numa noite inspiradíssima, Sheilla mostrou o que sabe fazer como ninguém; atacar, bloquear, levantar, defender... Nada mais justo do que a própria levar o troféu Viva Vôlei.

Mas o que fez dessa noite um dia a ser lembrado? A torcida? O adversário? A vítória? Não. Porque a torcida nem estava presente em peso. O adversário nem era tão forte. E a vitória já era praticamente certa.

Na verdade o que fez desse jogo o melhor de todos foi as pessoas que encontrei lá e o fato de, pela primeira vez, termos ficado na area VIP. Não tietar as jogadoras era impossível. Todas muito simpáticas, atenciosas, humildes - qualidades importantes que fazem de alguém um grande atleta. Daí, vieram os elogios, os abraços, as fotos... Ah, as fotos. Eu, que sempre quis uma foto com a Fabi finalmente consegui. Conheci a mamãe dela. Simpatia é de família, porque ela é uma fofa.

Na volta pra casa, depois de um jogo perfeito como esse, tudo o que passa na cabeça é: "GO UNIII! \õ/"

quarta-feira, 2 de março de 2011

Não era desejo, era necessidade (Por Srta Sullivan)

De vez em quando dá na gente uma vontade louca de alguma coisa. Algumas pessoas têm essa vontade com mais frequência que outras, mas na real, todas têm.
Há quem confunda. Há quem negue. Há quem ignore. Mas quando esse tipo de vontade bate não tem para onde correr. Ou você cede racionalmente ou você se deixa levar sem pensar no porquê.
Quando se deseja algo, é da natureza humana criar justificativas para conseguir isso. Porém, quando se precisa mesmo de algo a gente procura maneiras práticas e precisas de conseguir. Qual a diferença entre as duas? Simplificando tudo é, o desejo te obriga a agir, a necessidade te compele, te motiva.
Então toda vez que quiser justificar uma ação impensada provavelmente será o desejo falando mais alto. Porém, toda vez que se sentir motivado a conseguir algo provavelmente será a necessidade compelindo você.
No meu caso, na maioria das vezes, não era desejo, era necessidade...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

"Ô, ô, ô a Mari voltou!!!"


O que motiva um torcedor? Ver o seu time vencer? Ver o seu time jogar bem? Ou ver o seu jogador favorito voltando a jogar? Bem, eu diria que tudo isso e muito mais.


Neste final de semana, nós, torcedores da equipe de vôlei Unilever tivemos a grande alegria de ver novamente em quadra a nossa querida Mari.
Afastada desde 26 de agosto de 2010 por causa da lesão no joelho direito, Mari ficou uns cinco meses se tratanto e não via a hora de entrar em quadra. Não só ela, mas todos nós. A torcida da Unilever não se aguentava mais.

Quando foi anunciado pela própria de que sua volta seria na quinta-feira, dia 17, todos pensamos que finalmente a espera terminaria. Mari até chegou a ser apresentada a torcida, mas jogar mesmo, não jogou. O Bernardo, técnico da Unilever, não colocou a Mari para jogar. O que só veio a acontecer de fato no sábado, dia 19.

Chegado o dia, tanto Mari quanto a torcida não se cabiam de felicidade. E como expressão de seu amor pela mais que aguardada jogadora, a torcida alegremente cantou: "Ô, ô, ô a Mari voltou!!!"