Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de março de 2011

Não era desejo, era necessidade (Por Srta Sullivan)

De vez em quando dá na gente uma vontade louca de alguma coisa. Algumas pessoas têm essa vontade com mais frequência que outras, mas na real, todas têm.
Há quem confunda. Há quem negue. Há quem ignore. Mas quando esse tipo de vontade bate não tem para onde correr. Ou você cede racionalmente ou você se deixa levar sem pensar no porquê.
Quando se deseja algo, é da natureza humana criar justificativas para conseguir isso. Porém, quando se precisa mesmo de algo a gente procura maneiras práticas e precisas de conseguir. Qual a diferença entre as duas? Simplificando tudo é, o desejo te obriga a agir, a necessidade te compele, te motiva.
Então toda vez que quiser justificar uma ação impensada provavelmente será o desejo falando mais alto. Porém, toda vez que se sentir motivado a conseguir algo provavelmente será a necessidade compelindo você.
No meu caso, na maioria das vezes, não era desejo, era necessidade...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Equilíbrio (Por Srta Sullivan)


Ela, que na sua ânsia de viver abraçava tudo com apego e desespero, percebeu que de nada adiantava amar um mundo que não seria seu, desejar uma vida que não seria a sua ou prender-se a pessoas que nunca ficariam.

Quando começou a entender o desenrolar das coisas decidiu se abdicar delas e recomeçar. Mas mesmo sozinha não se sentia só.

Gozava levemente de sua mais nova liberdade - assim como um pássaro ao tentar o voo pela primeira vez - com vontade e coragem. E percebendo que poderia acostumar-se, resolveu abraçá-la e protegê-la. Dessa vez, não com apego e desespero, pois aprendera o equilíbrio das coisas. Mas com modéstia e humildade já adquiridas. Foi então que encontrou o seu lugar e estacou ali.

quinta-feira, 11 de março de 2010

I (L) SP


No último fim de semana viajei com minha mãe e vários amigos para uma cidadezinha encantadora no "interior" de São Paulo. Cesário Lange era o nome do lugar.
Para as pessoas que me conhecem e reconhecem minha grande paixão pela vida no campo, fica fácil saber como eu me senti estando, ainda que por poucos dias, num lugar assim. Muito mais feliz do que pinto no lixo, como diria minha irmã.
A vida no interior tem atrações naturais, o que muito me agrada. E para minha plena felicidade, tinha chuveiro elétrico! Pronto, daí eu estava feita. Completamente à vontade.
O curioso é que não choveu lá. São Paulo é um lugar conhecido por viver submerso e presenciar justamente o contrário é um marco histórico na vida de qualquer um. Mas curioso ainda foi voltar pro Rio e saber que o dilúvio de Sampa rolou aqui. Quem diria...
Vale lembrar que quando chegamos lá, sim, estava chovendo. Mas era a garoa de sempre, que todo mundo conhece. O que foi surpresa foi o sol brilhar pra gente horas depois. Mais surpresa ainda eu fiquei quando, consequentemente, comecei a sentir calor. Me senti, mais uma vez, em casa.
Confessarei que não me senti nem um pouco em casa com o frio da noite. Na verdade, nenhum carioca se sentiu à vontade. E fomos claramente identificados porque nenhum paulista andava agasalhado como nós. Nossa maneira de nos vestir é bem diferente da deles - já acostumados com a noite fria.
Não acho necessário comentar o sotaque dos paulistas porque vocês já fazem ideia de como é. Também nem preciso dizer que a articulação deles não é muito clara e isso faz com que você peça para a caixa do supermercado repetir 3 vezes a mesma frase até que você claramente a entenda. Não contarei também que mesmo no interior você acha muitas pessoas de estilo alternativo. E por mais que você queira fugir da confusão que é a cidade grande, é super estranho passar pela praça mais movimentada de um lugar e não ver sequer uma pizzaria, ou churrascaria, ou lanchonete, ou um boteco na esquina. Tudo o que você encontra aberto são: mercados, drogarias e uma sorveteria.
Mas também, o que eu podia esperar? Eu estava no "interior", em meio a muito verde, rios, árvores, respirando ar puro, livre, leve e solta! Isso já foi o suficiente para me deixar feliz.
Hoje, dias depois, ainda sinto o cheiro da grama. Estranho, né? rs

sábado, 14 de novembro de 2009

O sentimento nunca parou! (O campeão voltou!!!)


Dessa vez, nem os mais pessimistas e azarentos conseguiram estragar a nossa festa. Numa sexta-feira 13 nos tornamos campões da série B do brasileirão e votamos com tudo pra série A. Mas honrados e mais felizes seria impossível!!!
Para quem não acreditava na nossa volta por cima, eu digo de coração aberto: renascemos das cinzas e estamos aí novamente, pois o sentimento NUNCA parou!
Ser vascaíno é isso, é sofrer com o time a cada derrota, é apoiá-lo diante das dificuldades, é saber esperar pacientemente por uma vitória merecida e festejar como doido o primeiro lugar no campeonato e a merecida volta a série A. Afinal, é o nosso lugar de origem, do qual nunca deveríamos ter saído.
Além do mais, voltamos em grande estilo, pois o VASCO é o time da virada! E o time do amooor.
Aos que são vascaínos, os meus mais sinceros cumprimentos.
Torcida vascaína, eu saúdo todos vocês!!!
Ontem mostramos porque somos torcedores alve-negros desse time que tantas e tantas vezes só nos trouxe alegria e contentamento.
É isso aí rapazeada, o campeão voltouuuuu!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Tu te tornas responsável por aquilo que cativas!


Essa frase realmente se tornou verdade, no meu caso, esta semana.
Uma amiga viajou pra Sampa e deixou sob minha responsabilidade uma doçura de cachorrinha da raça poodle, chamada Mel. E um belissímo peixe chamado Fred.
Eu, que há 200 anos estou acostumada a lidar com gatos, meus gatos, que são três, fui inculbida de tamanha responsabilidade; cuidar e dar afeto a esses dois animais.
Bem, cachorros são seres naturalmente amigáveis e carentes, não é preciso muito esforço pra cuidar deles. Só lembrar de alimentá-los e acariciá-los quase sempre. Isso eu tenho tirado de letra. Apesar de amar gatos e sempre ter algum por perto, (acho que são muito parecidos comigo; independentes) também curto muito cachorros e graças a Deus, não sou alérgica a eles. Agora o maior problema é o peixe. Cuidar de um peixe até que é fácil, você só precisa alimentá-lo uma vez ao dia e quando achar necessário, limpar o aquário dele. Pode ser uma ou duas vezes na semana, isso depende muito do tamanho do peixe e o estrago que ele faz no aquário.rs Mas como se dá afeto a um peixe? Sinceramente eu não sei. Já tentei brincar com ele algumas vezes, mas ele sempre se assusta e se afasta. Parece indiferente.
Engraçado que pessoas que moram sozinhas geralmente tem um cachorro ou um gato e um peixe. Se ela for depender do peixe pra se sentir amada, ela tá ferrada. Eles são frios. Acho que viver tanto tempo na água os deixa assim.

Aqui vai uma dica: nunca espere uma retribuição amigável de um peixe. Por mais que você o ame e se preocupe com o seu bem-estar, eles nunca vão te agradecer por isso! Sorte a minha ter que cuidar também da Mel. Ela tem carinho que dá e sobra.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

7/12/08 Um dia q jamais será esquecido


O dia de ontem entrou pra história do Vasco como o pior de tds os tempos. Estava eu tentando pensar no q escrever depois da decepção de ontem, qd hoje a tarde me deparei com essa linda foto e esse sábio comentário...
Não há nada a ser dito além disso: A torcida vascaína, os meus cumprimentos, pois souberam se portar diante de uma difícil situação.

Agora, faremos como a Fênix; renasceremos das cinzas!